sábado, 26 de março de 2011

Chame o Síndico, Tim Maia!!!!!

Cara, notícia desta quarta (23 de março de 2011) ouvida por estes ouvidos que a terra há de não comer, porquê devo ser cremado:
- Vão exumar o corpo do Tim Maia!
E sabem prá quê, caros leitores? Para comprovar a paternidade do síndico de uma moça que diz ser filha dele. Tri isso. Mas aí eu pergunto:
- O Sebastião Rodrigues Maia não tem um filho?
- Ele não poderia ter o seu DNA comparado ao DNA da moça?
- Será que sobrou alguma coisa do Tim, depois de tudo que ele usou?


Pindarolas, como é chato não entender nada de genética!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Trotes universitários!!!!

Eu acho engraçado esse lance de trote quando tu chega na facul. É um troço muito do sem fundamento, mas pode ser divertido.
Eu passei por um trote quando passei no vestibular para Economia, o curso, que por sinal não era nada de econômico comigo. Foi um trote sujo, no sentido literal da palavra, onde recebi uma grossa camada de tinta fedorenta, misturada com uma gentil dose de creolina e desodorante Avanço - apesar do uso de desodorante Avanço, elas não avançaram (entendeu o chiste?). Pelo contrário, corriam de perto de mim. Mó tristeza, mén.
O dia do meu trote na facul foi o dia em que a chance de conhecer alguma mulher no sentido bíblico era menor do que a chance de um camelo passar pelo buraco da agulha. Ou seja, quase Zero! Sabendo disso, que sou inteligentinho, passei a dedicar-me a degustação etílica de várias garrafas de cerveja.
Mas vejam bem, não houve abusos, não houve “a obrigação de beber” para ser aceito pelo grupo. Não teve nada disso. Tomei diversas cervejas porque eu quis mesmo.
Agora, nesta semana, leio no jornal que um moleque encheu os tubos na Redenção, por conta do trote da turma de veteranos da facul que ele entrou, e acabou em coma alcoólico. E aí, um monte de gente saiu desatinada falando impropérios contra os veteranos, contra os calouros que se submetiam a esses destemperos e tal, e até mesmo contra a polícia, que não fazia nada para coibir esse tipo de coisa, e que onde que já se viu e bibibi.
Cara, isso vai de encontro ao que venho dizendo a horas. Falta-nos educação. Se tivéssemos educação de verdade, saberíamos respeitar os limites impostos pela boa convivência entre os seres-humanos e saberíamos diferenciar uma boa brincadeira de um desatino etílico “para ser aceito pelo grupo”.
Mas aí, o que as faculdades fazem para transformar a violência em brincadeira? Proíbem os trotes. Inteligentíssimo processo de defesa da paz entre calouros, veteranos e sociedade.
Ou seja, arrombaram a porta, comprem cadeados!!!!!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Morreu Elizabeth Taylor

Aqui no blog a gente procura estar atualizado com as coisas do mundo, afinal esse é o blog Mundialmente Conhecido. Duvida?!?! Então clica ali no mapinha e confire onde temos acessos, simplemente no mundo inteiro. E não tem como sabotar esse mapa, é tudo real. Talvez se tivesse como manipular a gente iria ali e aumentava aqueles números, certo?

 
Bom, mas por falar em atualidades, o assunto agora é outro: morreu Elizabeth Rosemond Taylor, conhecida como Dama Elizabeth Taylor, Liz Taylor ou apenas Liz, nasceu em 27 de fevereiro de 1932 em Londres, na Inglaterra, mas mudou-se para os Estados Unidos em 1939. Começou a carreira cinematográfica ainda criança, quando foi descoberta aos dez anos.
Ao longo de sua carreira – foram 66 filmes – Liz Taylor foi, sem dúvida, reverenciada como uma das mulheres mais bonitas de todos os tempos. Foi desejada por muitos homens, que sonhavam com aqueles traços delicados e olhos de cor azul-violeta, emoldurados por sobrancelhas espessas de cor negra.
A Liz fez fama também pelos inúmeros casamentos (teve sete maridos e se casou oito vezes), sendo o mais comentado o com o ator inglês Richard Burton, notório pelo alcoolismo, com quem se casou duas vezes (vê se pode uma coisa dessas) e fez duplas em vários filmes nos anos 60, como o antológico “Cleópatra” (1963), o dramático “Quem tem medo de Virgínia Woolf?” (1966), “Os Farsantes” (1967) e a “Megera Domada” (1967).
Além disso tudo, a Liz fez mais um punhado de coisas. Mas foi por sua beleza estonteante, seu talento e seus dramas na vida real que Liz será lembrada. Casou e posou ao lado de diversos namorados e amantes. Foi apaixonada pela vida, pela profissão e pelas joias. Viveu intensamente.

Mas como não há sucesso nem fracasso que dure pra sempre, com Liz Taylor não foi diferente, morreu velha, doente numa cadeira de rodas. E sem sinais da beleza de outrora.

Tchau Liz!!

O Kadafi disse que não sai. E pronto!

Olha que coisa interessante está acontecendo na Líbia, do Muamar. Os Esteites estão mandando navios e aviões e etecétera, mas abriram mão do comando da operação de guerra.
Aí você, caro leitor desavisado, há de me perguntar: mas que pindarolas de guerra tu tá falando?
Cara, a guerra que está acontecendo na Líbia, mén. Manja a Líbia? Do ladinho do Egito? Pois é, tá em guerra.
No começo, era só a população descontente querendo tirar o Muamar do poder. Agora, é o mundo todo, ou quase todo, que tá em guerra contra o Muamar porque ele começou a matar civis do seu próprio povo. Ou seja, o ditador da Líbia está mandando matar os libaneses. Triste isso. Mas bem, não é disso que queria falar.
Na verdade, o que me chamou a atenção foi o fato dos Esteites não quererem o comando da guerra. Alguém aí já viu, em algum momento da história recente, ao menos deste século XXI, os Esteites não quererem o comando de alguma guerra? Eu, ao menos, não vi.
Será que foi influência da Dilma, quando da visita do Obama?
Como diria meu amigo BÓ: vai saber!

quarta-feira, 23 de março de 2011

São tantos os vestidos

Esse post era pra ser feito ontem e pra tratar de outro assunto que agora não lembro. Mas acabou se tornando um relato do que aconteceu com a Débora (que vocês sabem quem é) Com a Jaque (a mãe do Otávio) e com a Quina (a noiva do meu chará André).
O Caso é que a Jaque precisa comprar um vestido pra um casamento e por isso precisou ir ao shopping. O vestido é pra ela, mas nada melhor que comprar com a consultoria de duas amigas, então lá se foram a Débora, a Jaque e a Quina pro shopping pra comprar o vestido.

Bom, não preciso dizer que foram provados dezenas de vestidos e que retornaram sem a compra, isso é quase lógico em se tratando de mulher comprando. Ainda mais vestido!!! E pra casamento!!! Precisa umas 10 idas ao shopping.

Então, o que me move a publicar esse post é que deu um pequeno contratempo no passeio de compras das meninas.

Vou começar pelo fim. Eu dizia pra Débora: a bateria do teu carro tá louquinha pra pifar. E pifou lá no shopping.

Telefone toca e vem a notícia: “tô empenhada, a bateria se foi...” “o carro não pega...” “vou chamar o seguro...” Santo Deus!!! Chamar o seguro só porque a bateria pifou, pensei eu.


Nossa!! Esse teclado não tem travessão!!! Tudo bem, faz de conta que tem um travessão aí na frase de baixo.
 Deixa que eu vou aí, arrumo um cabo e fizemos uma ponte. O carro vai pegar...

 
Lá fui eu atrás de um cabo pra fazer a bendita ponte. Não foi preciso, a Débora ligou dizendo que o chára André resolveu o problema e o Celtinha pegou. Vieram pra casa sãs, salvas e sorridentes. E sem o vestido que foram comprar... Mas isso é assunto pra outro post. Se ocorrer a compra é claro...

sábado, 19 de março de 2011

É bom ter um blog

Estava aqui pensando sobre como é bom ter um blog como o nosso. É um espaço pra onde a gente recorre quando sobra algum tempo vago. Agora mesmo, por exemplo, estava aqui na Internet e pensei: vou escrever um post.
É assim, mesmo que não haja um assunto específico pra postar, a gente vem aqui e escreve algo que sabe que acessado pelas pessoas, algumas lêem, outras apenas acessam para uma olhada rápida. A verdade é que já temos mais de 15.000 acessos e isso não é pouca coisa se considerarmos que não há qualquer fim lucrativo nesse espaço, nem se utiliza qualquer tipo de mídia para fomentar acessos. As pessoas acessam porque acessam e pronto.
Eu e o Paulinho escrevemos seguidamente, já o BÓ (Lazie) e o Playmobil (Maicon) não estão escrevendo muito, mas de uma hora pra outra eles aparecem e publicam alguma coisa. Alíás tem uma variedade enorme de assuntos aqui no blog, se você olhar ali nos post’s mais populares, à direita da tela, terá uma idéia da variedade de temas.
E é interessante porque os pst’s mais acessados vão se revezando e quando menos se espera um post antigo aparece ali, ou seja, nossos leitores navegam pelo blog e isso é gratificante.
Um exemplo claro é a receita de mondongo do Maicon que se mantém a várias semanas no topo e a receita de torrada à rivera que o Lazie publicou ainda lá em outubro de 2010.
Então é isso, continuem acessando e nos prestigiando, a final de contas é pra isso que a gente escreve. E se alguém aí do outro lado tiver algo interessante que queira dividir, envie pra cá que a gente dá uma analisada e publica. A gente só pede que sejam criações próprias, pois o blog prima pela produção própria de textos, nada de ctrl c / ctrl v, melhor mesmo é escrever aquilo que se pensa. E mais uma coisa, não vale racismo, obscenidades e preconceitos, tem que ser coisas legais, como esse belo post que encerro agora, por exemplo, que mesmo tendo ido do nada pra lugar nenhum, tem algum fundamento e por certo poderá servir pelo menos de passa tempo.

Boa leitura e até breve.

sexta-feira, 18 de março de 2011

A difícil arte de escolher a sua profissão!

Quando me perguntavam o que eu gostaria de ser quando crescesse, eu sempre respondia que queria ser médico. Bacana né? Fiz até o vestibular na federal de Santa Maria para medicina e fiquei de suplente. Só que tu já viste alguém desistir de cursar a federal? Nem eu. Mas também já quis ser funcionário do Banco do Brasil. Fiz concurso e tudo. Passei, mas nunca fui chamado. Quem sabe hoje eu não seria uma espécie de Henrique Meirelles. Talvez até a Scarlett Johansonn quisesse me conhecer no sentido bíblico.
Báh, duvidei!
Na verdade, na época dos meus 16 ou 17 anos, o que se tinha como garantia de uma vida sem sobressaltos financeiros era isso: Médico ou funcionário do Banco do Brasil. Se tu fosse um dos dois, era ricaço. De comprar Del Rey Guia ou Monza e tudo. Não havia uma preocupação extremada com o que tu realmente gostaria de ser, manja? Era o que dava mais grana. Simples assim.
Hoje eu vejo as crianças sendo perguntadas sobre o que querem ser, e a maioria, inevitavelmente responde de duas formas: jogador de futebol, para os meninos, e modelo/atriz/manequim para as meninas. Acho isso preocupante.
Para ser jogador de futebol, o que tu precisa fazer? Jogar futebol, certo? E para jogar futebol, o que tu precisa saber? Nada, a não ser jogar futebol. E para ser modelo/atriz/manequim, o que tu precisa fazer? Andar, certo? E para ser modelo/atriz/manequim, o que tu precisa saber? Nada, a não ser andar, e fazer umas carinhas do tipo “tô enjoada”. Mas precisa estudar? Não. Precisa aprender matemática, português, ciências, química, física ou biologia? Nananinanão! E se não precisa saber disso tudo, concordam que também não precisam saber onde começa seus direitos e até onde vai o seus limites? Pois é... dureza, mén!
Quando o Henry, o francês que cruzou como uma bala pelo Roberto Carlos (o jogador, não o Rei) na copa de 2006 e acabou com o sonho do hexa, citou que os moleque brasileiros eram bons de bola porque passavam o dia inteiro jogando bola, enquanto os franceses tinham que estudar e só podiam jogar bola no final de semana, ele foi massacrado pelos jornalistas e puristas brasileiros, que entendiam o que ele tinha falado como a maior asneira do mundo. Mas, convenhamos, o que ele falou foi uma tremenda verdade.
Agora compara a produção de jogadores de futebol da França com a produção brasileira. Chega a ser ridículo. Além do que, os maiores astros de futebol da França normalmente são Argelinos. Cito Zidane, e vocês escolham outros. Pode ser até o Benzema. Enquanto isso, no Brasil, os craques brotam das pedras. A cada dia surge um novo craque que vai salvar o Brasil na próxima copa. Ganso, Pato, e os da família. A produção tá tão grande que daqui a pouco, o grande craque do Brasil vai ser o Pinto (entenderam o chiste?).
Aí, quando um menino tipo o Neymar fala numa entrevista que “como é rico, pensou que podia fazer tudo que queria”, as pessoas acham isso natural, da idade, e que com o tempo ele vai mudar o pensamento.
Cara, como é que um moleque desses vai mudar o pensamento. Ele não tem base educacional. Não sabe falar direito, não sabe escrever direito. Não sabe se comportar direito. E não sabe que o fato dele ter muito dinheiro não lhe dá o direito de humilhar ou maltratar outras pessoas. Isso ele teria aprendido na escola. Com uma “Tia” que lhe ensinaria a ter respeito pelas pessoas, pelos colegas, pelos amigos. Escola. Isso é o que nos falta. E com a escola, educação.
Vi noutro dia que numa cidade gaúcha, o índice de procura pela escola caiu quase 30%. Sabe porque, porque a ida para a escola é perigosa. Os meninos são assaltados antes de chegar a escola, então, prá que ir a escola né? Melhor ir jogar bola. Vai que me chamem para a seleção do Mano.
Ou talvez, para a próxima “Copa do Mundo” no Brasil, isso se resolva.
A propósito, minha filha quer ser “Dona de Zoológico”. Então, dá licença que vou começar a procurar grandes extensões de terra para ela. Só espero que eu não vire tratador de leões.

quinta-feira, 17 de março de 2011

São Lourenço não fica no Japão!

Bueno, tivemos dois episódios de catástrofes naturais no mundo na última semana. O primeiro, em São Lourenço do Sul, aqui no Rio Grande, e o segundo, no Japão, lá no outro lado do mundo.
São imagens fortes, que preocupam a todos e geram correntes e mais correntes de solidariedade. Isso é muito bacana e prova que as pessoas ainda têm um pingo de sensibilidade e humanidade.
Mas notei uma diferença básica no comportamento das pessoas lá, na terra do “aloz com flango” e aqui, na terra do churrasco.
Os japoneses, mesmo sabendo que a comida e a água são escassas, ESPERAM EM FILA PARA COMPRAR NO SÚPER! Quer dizer, não tem tumulto, não tem saques, não tem brigas, e não tem gente levando TV de LCD em cima de carrinhos de super. Não senhor! Ao invés disso, pacientemente eles esperam pela sua vez de comprar, pegam o que precisam ou o que ainda têm para se comprar, pagam e vão para suas casas devastadas ou para um abrigo.
Agora, olhando as imagens do Brasil, de São Lourenço (ou qualquer outra que vocês lembrarem) nota-se a preocupação das pessoas com suas casas, que estão debaixo d’água, para que ninguém saqueie suas coisinhas que estão lá dentro, conversando com os peixes. Ou seja, as pessoas arriscam a vida para cuidar o que está debaixo d’água, porque têm medo que outras pessoas (que estão na mesma situação) roubem aquilo que eles têm. Sem contar os saques em lojas e supermercados que são comuns e que alguns ainda teimam em relacionar com a catástrofe, que sem ela isso não aconteceria.
Mentira! Se fosse assim, a polícia não precisa destacar um Pedro & Paulo pra ficar tomando conta de casas que estão debaixo d’água ou de restos de casa que foram carregados pela água e só ficaram escombros.
Infelizmente temos que admitir que somos utilizadores da Lei de Gérson, a lei mais cumprida no país, onde o que importa é levar vantagem, cerrrrrto?
Quem sabe ao invés de saques, nos interessemos mais pelo Saquê!

Rápi bãrtdei!

Minha filha fez 7 (sete) aninhos agora, dia 09 de março. Já é uma mocinha.
Já contei aqui do dia em que ela nasceu (leia nos mais antigos), mas a cada dia que passa me sinto mais feliz por ter ela comigo.
Dizem que quando eles ainda não nasceram, enquanto estão no céu esperando a cegonha e tals, eles escolhem quais serão os seus pais. Não sei se isso é verdade, nunca pesquisei cientificamente o assunto. Mas se for, agradeço aos céus por ela ter me escolhido para ser seu pai.

Júlia, te amo infinitas vezes o infinito vezes o infinito vezes o infinito.

A propósito, me diverti muito pulando na cama elástica na festinha dela. Tri massa!

Buenos Aires 2º Dia – Parte I

Finalmente achei um tempinho pra voltar ao relato da nossa bela viagem pra Buenos Aires.

Bom, no segundo dia da nossa viagem, no início da manhã embarcamos para um city tour. Visitamos lugares famosos e belíssimos de Buenos Aires, (veja seção de fotos abaixo) como o Obelisco, a Casa Rosada, a Catedral Metropolitana, a Plaza de Mayo, Avenida 9 de Julho, Teatro Colón, La Bombonera, Puerto Madero, Recoleta e diversos outros lugares. Bem legal, gostamos muito do passeio, ainda mais que durante o tour recebíamos informações sobre a história e características de cada ponto visitado.


Obelisco: Monumento construido entre as avenidas Corrientes e 9 de Julho, foi erguido em comemoração ao quarto centenário da cidade. E graças aos alemães, que eliminaram os argentinos da Copa de 2010, acabou por não servir de palco para a que Maradona cumprisse a promessa de pousar nú no local, caso a Argentina se sagrasse campeã. Ufa!! Valeu Alemanha!!

 

Casa Rosada: aqui é o centro do poder da Argentina, é onde trabalha a Presidenta Cristina, um lugar emblemático aberto à visitação, muito belo e com significado político marcante.








Catedral Metropolitana: é impressionante!! além de muito bonita por fora, seu interior transmite sensação de paz e tranquilidade, um lugar maravilhoso.








Plaza de Mayo: é a principal praça do centro da cidade, seu valor é histórico e político, já simboliza e comemora a revolução de maio de 1810, que iniciou o processo de independência da colônias da região do sul da América do Sul. É famosa por abrigar as Mães da Praça de Maio, que desde a década de 70 se reunem com fotos dos filhos desaparecidos durante a ditadura argentina.
Avenida 9 de Julho: é um símbolo de Buenos Aires, avenida muito movimentada que ostenta o título de mais larga do mundo, com 169 metros de largura. A gente atravessou ela algumas vezes, é bem demorado.










Teatro Colón: arquitetura inenerrável, lindo lugar onde já ocorreram e ainda ocorrem apresentações dos maiores espetáculos do mundo.







La Bombonera: é o famoso estádio do Boca Juniors, na verdade o bairro inteiro onde está situado gira em torno do estádio e do maior clube argentino. Aqui, pra variar, fizemos muitas compras, inclusive de alfajores deliciosos.






Puerto Madero: aqui além de um belo passeio, o lugar conta com excelentes restaurantes, tivemos a oirtunidade de conhecer alguns deles. Bons e com preços acessíveis.



Recoleta: ficamos hospedados nesse bairro, que é histório, conta com uma arquitetura muito bonita e ótimas opções de compras e lazer

Enfim, nosso passeio foi show de bola!! e inesquecível, eu e a Débora curtimos muito.
Isso tudo aconteceu até ali pelas 13h30min.
No próximo post contarei como foi a tarde no segundo dia da nossa viagem pra Buenos Aires.


..Assuntos (clique num assunto abaixo para filtrar os artigos):